Creature from the Black Lagoon Reviews

  • Jun 13, 2019

    One of the better of the Universal 1950s B pictures, almost entirely because of the crisp black-and-white 3D, which distracts from the pedestrian plotting (Amazon archaeology expedition looking for dinosaur fossils) and rather static direction by Jack Arnold. The creature itself is about as terrifying as a rubber bath plug, but you can see how Spielberg borrowed a few of the sequences for his vastly superior Jaws. Worth seeing for the 3D.

    One of the better of the Universal 1950s B pictures, almost entirely because of the crisp black-and-white 3D, which distracts from the pedestrian plotting (Amazon archaeology expedition looking for dinosaur fossils) and rather static direction by Jack Arnold. The creature itself is about as terrifying as a rubber bath plug, but you can see how Spielberg borrowed a few of the sequences for his vastly superior Jaws. Worth seeing for the 3D.

  • Apr 14, 2019

    3.5/5. A classic film with some incredible technique, even if there are a few boring parts.

    3.5/5. A classic film with some incredible technique, even if there are a few boring parts.

  • Mar 22, 2019

    The best universal monster in all history.

    The best universal monster in all history.

  • Jan 31, 2019

    The best thrilling movie ever made! With the best movie character ever portrayed: Ben Chapman and Ricou Browning as Gill-man (The Creature)!

    The best thrilling movie ever made! With the best movie character ever portrayed: Ben Chapman and Ricou Browning as Gill-man (The Creature)!

  • Jan 03, 2019

    This was the best universal monster movie i've watched. The acting's decent, the underwater sequences are amazing and the rubber costume is a work of art!! I love this movie to death!

    This was the best universal monster movie i've watched. The acting's decent, the underwater sequences are amazing and the rubber costume is a work of art!! I love this movie to death!

  • Oct 18, 2018

    The last of the Universal Monsters, Creature manages to be entertaining in it’s B-movie flair

    The last of the Universal Monsters, Creature manages to be entertaining in it’s B-movie flair

  • Oct 07, 2018

    A truly great and timeless creature feature

    A truly great and timeless creature feature

  • Oct 03, 2018

    While the Creature from the Black Lagoon suffers from decades of surmounting monster cliches and cheap gimmickry for the sake of 3-D, the film is still surprisingly well acted and has some great monster effects along with some beautiful underwater camerawork and an effectively different atmosphere than the other Universal Monster movies, making it a loose, yet fun creature feature.

    While the Creature from the Black Lagoon suffers from decades of surmounting monster cliches and cheap gimmickry for the sake of 3-D, the film is still surprisingly well acted and has some great monster effects along with some beautiful underwater camerawork and an effectively different atmosphere than the other Universal Monster movies, making it a loose, yet fun creature feature.

  • Sep 03, 2018

    Universal Pictures introduced audiences to yet another classic movie monster with this superbly crafted film, originally presented in 3-D. The story involves the members of a fossil-hunting expedition down a dark tributary of the mist-shrouded Amazon, where they enter the domain of a prehistoric, amphibious "Gill Man" -- possibly the last of a species of fanged, clawed humanoids who may have evolved entirely underwater. Tranquilized, captured, and brought aboard, the creature still manages to revive and escape -- slaughtering several members of the team -- and abducts their sole female member (Julie Adams), spiriting her off to his mist-shrouded lair. This sparks the surviving crewmen to action -- particularly those who fancy carrying the girl off themselves. Director Jack Arnold makes excellent use of the tropical location, employing heavy mists and eerie jungle noises to create an atmosphere of nearly constant menace. The film's most effective element is certainly the monster itself, with his pulsating gills and fearsome webbed talons. The creature was played on land by stuntman Ben Chapman and underwater by champion swimmer Ricou Browning -- who was forced to hold his breath during long takes because the suit did not allow room for scuba gear. The end result was certainly worth the effort, proven in the famous scene where the Gill Man swims effortlessly beneath his female quarry in an eerie ballet -- a scene echoed much later by Steven Spielberg in the opening of Jaws

    Universal Pictures introduced audiences to yet another classic movie monster with this superbly crafted film, originally presented in 3-D. The story involves the members of a fossil-hunting expedition down a dark tributary of the mist-shrouded Amazon, where they enter the domain of a prehistoric, amphibious "Gill Man" -- possibly the last of a species of fanged, clawed humanoids who may have evolved entirely underwater. Tranquilized, captured, and brought aboard, the creature still manages to revive and escape -- slaughtering several members of the team -- and abducts their sole female member (Julie Adams), spiriting her off to his mist-shrouded lair. This sparks the surviving crewmen to action -- particularly those who fancy carrying the girl off themselves. Director Jack Arnold makes excellent use of the tropical location, employing heavy mists and eerie jungle noises to create an atmosphere of nearly constant menace. The film's most effective element is certainly the monster itself, with his pulsating gills and fearsome webbed talons. The creature was played on land by stuntman Ben Chapman and underwater by champion swimmer Ricou Browning -- who was forced to hold his breath during long takes because the suit did not allow room for scuba gear. The end result was certainly worth the effort, proven in the famous scene where the Gill Man swims effortlessly beneath his female quarry in an eerie ballet -- a scene echoed much later by Steven Spielberg in the opening of Jaws

  • May 01, 2018

    O ser humano está condicionado a temer o desconhecido. Um exemplo clássico é o escuro, um espaço onde a perceção falha e a dúvida é permanente. Outro exemplo é a natureza e toda a estranheza que dela advém. Creature from the Black Lagoon é o filme onde o diretor Jack Arnold explora essa ideia através de uma criatura pré-histórica com aparência humana mas características de anfíbio. É o último monstro do legado deixado pelos estúdios da Universal, que estabeleceu uma era no cinema de terror nos anos 30' e 40'. O filme começa com uma expedição geológica na Amazónia, onde um cientista (António Moreno) descobre um fóssil de uma garra que data do período Devónico. Entusiasmado com o achado, o cientista reúne uma equipa para localizar o resto do esqueleto. A sorte não chega na primeira semana de exploração, até que tentam um pouco mais abaixo do rio, numa lagoa apelidada de "negra". Nesse local, encontram a criatura, que num primeiro contacto apresentasse curiosa, mas após a tentarem capturar, os seus instintos primários obrigam-na a lutar pela sobrevivência. Os argumentistas Arthur Ross e Harry Essex adaptaram a história de Maurice Zimm com uma sensibilidade intemporal. Além de apelar ao medo mais primitivo da consciência humana, num ponto de vista histórico, a criatura pode ser encarada como uma metáfora para a ameaça nuclear que era fortemente sentida nos anos 50'. É uma narrativa que por vezes exagera na exposição, mas consegue injetar um ângulo educacional que acaba por tornar-se apelativa. Entre as performances, os destaques são Lucas (Nestor Paiva) o capitão do barco, Kay (Julie Adams), a única mulher do grupo, e claro, o homem anfíbio, que foi interpretado por dois atores, um nas cenas em terra (Ben Chapman) e outro nas cenas aquáticas (Ricou Browning). Lucas acrescenta breves momentos de humor à narrativa, enquanto Kay oferece uma presença forte e sensual, com um guarda-roupa variado. Apesar de sofrer do estereótipo da donzela em apuros, brilha numa sequência aquática particularmente memorável, que partilha com o homem anfíbio. Os feitos técnicos de Creature from the Black Lagoon tornam o filme relativamente fresco, mesmo para os padrões atuais do cinema. Claro que o fato utilizado pelo homem anfíbio está longe de ser um efeito especial sofisticado, mas visto através da esbelta fotografia a preto e branco de William E. Snyder, os seus movimentos possuem uma qualidade animalesca autêntica. Isto verificasse principalmente nas sequências aquáticas, onde as profundezas sombrias da lagoa amazónica são o local ideal para o homem anfíbio se esconder entre as algas marinhas e planear o próximo movimento. Mas a composição musical de Hans Salter é a cereja no topo do bolo. Não só faz um tremendo trabalho ao longo do filme, como precisa apenas de 3 notas musicais para alertar os 5 sentidos. Certamente que não aterroriza como fez na sua estreia, e no final até pode haver simpatia pelo monstro, contudo, a pluralidade das mensagens e o facto de ainda hoje inspirar vários cineastas, fazem deste pequeno grande filme um feito admirável. 8,6/10

    O ser humano está condicionado a temer o desconhecido. Um exemplo clássico é o escuro, um espaço onde a perceção falha e a dúvida é permanente. Outro exemplo é a natureza e toda a estranheza que dela advém. Creature from the Black Lagoon é o filme onde o diretor Jack Arnold explora essa ideia através de uma criatura pré-histórica com aparência humana mas características de anfíbio. É o último monstro do legado deixado pelos estúdios da Universal, que estabeleceu uma era no cinema de terror nos anos 30' e 40'. O filme começa com uma expedição geológica na Amazónia, onde um cientista (António Moreno) descobre um fóssil de uma garra que data do período Devónico. Entusiasmado com o achado, o cientista reúne uma equipa para localizar o resto do esqueleto. A sorte não chega na primeira semana de exploração, até que tentam um pouco mais abaixo do rio, numa lagoa apelidada de "negra". Nesse local, encontram a criatura, que num primeiro contacto apresentasse curiosa, mas após a tentarem capturar, os seus instintos primários obrigam-na a lutar pela sobrevivência. Os argumentistas Arthur Ross e Harry Essex adaptaram a história de Maurice Zimm com uma sensibilidade intemporal. Além de apelar ao medo mais primitivo da consciência humana, num ponto de vista histórico, a criatura pode ser encarada como uma metáfora para a ameaça nuclear que era fortemente sentida nos anos 50'. É uma narrativa que por vezes exagera na exposição, mas consegue injetar um ângulo educacional que acaba por tornar-se apelativa. Entre as performances, os destaques são Lucas (Nestor Paiva) o capitão do barco, Kay (Julie Adams), a única mulher do grupo, e claro, o homem anfíbio, que foi interpretado por dois atores, um nas cenas em terra (Ben Chapman) e outro nas cenas aquáticas (Ricou Browning). Lucas acrescenta breves momentos de humor à narrativa, enquanto Kay oferece uma presença forte e sensual, com um guarda-roupa variado. Apesar de sofrer do estereótipo da donzela em apuros, brilha numa sequência aquática particularmente memorável, que partilha com o homem anfíbio. Os feitos técnicos de Creature from the Black Lagoon tornam o filme relativamente fresco, mesmo para os padrões atuais do cinema. Claro que o fato utilizado pelo homem anfíbio está longe de ser um efeito especial sofisticado, mas visto através da esbelta fotografia a preto e branco de William E. Snyder, os seus movimentos possuem uma qualidade animalesca autêntica. Isto verificasse principalmente nas sequências aquáticas, onde as profundezas sombrias da lagoa amazónica são o local ideal para o homem anfíbio se esconder entre as algas marinhas e planear o próximo movimento. Mas a composição musical de Hans Salter é a cereja no topo do bolo. Não só faz um tremendo trabalho ao longo do filme, como precisa apenas de 3 notas musicais para alertar os 5 sentidos. Certamente que não aterroriza como fez na sua estreia, e no final até pode haver simpatia pelo monstro, contudo, a pluralidade das mensagens e o facto de ainda hoje inspirar vários cineastas, fazem deste pequeno grande filme um feito admirável. 8,6/10