The Lodger: A Story of the London Fog Reviews

  • Oct 06, 2019

    A masterful display of suspense and emotion. Incredible acting which is captivated from start to finish.

    A masterful display of suspense and emotion. Incredible acting which is captivated from start to finish.

  • Oct 03, 2019

    The establishing film of a cinematic genius -Go

    The establishing film of a cinematic genius -Go

  • Aug 20, 2018

    Alfred Hitchcock made a few movies before The Lodger: A Story of the London Fog, but this one feels like the first true Hitchcock film. It features mystery, suspense and plenty of murder. I also thought I had the movie figured out, only to be surprised in the end. It's not as polished as his later work, but it's fun to see Hitchcock's progression as a filmmaker.

    Alfred Hitchcock made a few movies before The Lodger: A Story of the London Fog, but this one feels like the first true Hitchcock film. It features mystery, suspense and plenty of murder. I also thought I had the movie figured out, only to be surprised in the end. It's not as polished as his later work, but it's fun to see Hitchcock's progression as a filmmaker.

  • Jun 02, 2018

    Interesting film, especially if we consider it as a significant step in Hitchcock's filmography, there are so many familiar features which would go on to be developed and ripened later in his career. As a standalone piece it's curious and a craftily shot mystery to boot, otherwise I didn't find it marvelous. Though Ivor Novell, the lodger, played outstandingly, his character is really enigmatic and alluring at the same time.

    Interesting film, especially if we consider it as a significant step in Hitchcock's filmography, there are so many familiar features which would go on to be developed and ripened later in his career. As a standalone piece it's curious and a craftily shot mystery to boot, otherwise I didn't find it marvelous. Though Ivor Novell, the lodger, played outstandingly, his character is really enigmatic and alluring at the same time.

  • May 26, 2018

    In the film Hitchcock declared to be his true debut, "The Lodger" executes clever camera tricks, beautiful cinematography, animated dialog cards, and superb acting to tell a story that starts strong, but unfortunately putters out by the end (even if the film is self-aware of its shortcomings). Kudos to lead actor Ivor Novello who brings a German expressionist quality of acting to the picture as the titular character.

    In the film Hitchcock declared to be his true debut, "The Lodger" executes clever camera tricks, beautiful cinematography, animated dialog cards, and superb acting to tell a story that starts strong, but unfortunately putters out by the end (even if the film is self-aware of its shortcomings). Kudos to lead actor Ivor Novello who brings a German expressionist quality of acting to the picture as the titular character.

  • May 09, 2018

    Já em 1927 podíamos sentir a obsessão do realizador britânico Alfred Hitchcock por psicopatas. Apenas com 27 anos, o seu terceiro filme marca o início de uma longa jornada de thrillers que lhe garantiram o mediático título de "mestre do suspense". Adaptado do romance da autora Marie Lowndes, The Lodger teve como inspiração os assassinatos de Jack, o Estripador. Esta foi a primeira de várias interpretações que culminaram no filme do canadiano David Ondaatje - The Lodger (2009). Um estranho (Ivor Novello) procura acomodar-se numa pensão entre o nevoeiro londrino e bate à porta de uma família que lhe concede um pequeno apartamento no andar superior. Daisy (June Tripp), a filha loira do casal, fica atraída pela beleza e mistério do cavalheiro. Os seus pais começam a suspeitar das intenções do inquilino, afinal de contas, está um assassino em série à solta pelas ruas de Londres com um interesse especial em loiras e quem sabe se não é o hóspede. Será a personagem título o louco que tanto se fala? Certamente que tem um comportamento suspeito, e o facto de pedir para removerem todos os quadros com mulheres de cabelo claro do seu quarto, só vem acrescentar à desconfiança. O elemento "quem-o-fez" acaba por ser a atração principal da narrativa, que é simples na sua essência. Em destaque está também a câmara do diretor de fotografia Baron Ventimiglia e os esporádicos efeitos especiais de Paul Dooganm, que ajudaram a aprimorar a linguagem cinematográfica quando ainda estava numa fase embrionária. O dinamismo e ritmo que Hitchcock imprime na história refletem a sua vontade de experimentar com o meio das imagens em movimento. O resultado é uma atmosfera inquietante, fruto de uma montagem que manipula os sentidos e guia a história em sentidos distorcidos. A influência do movimento expressionista alemão também está presente, não só no uso de algumas sombras deturpadas, como no uso frugal de intertítulos que apenas intervinham na narrativa quando os atores não podiam expressar o que estavam a pensar. Em contraste com as atuações comuns na era dos filmes mudos, o elenco consegue alguma subtileza nas atuações, apesar da tenra caracterização. Em certas cenas, Novello capta uma performance genuína, enquanto noutras parece limitado às indicações dadas por trás da câmara. Daisy, apesar de essencial, fica um pouco na sombra das atuações dos seus pais e do seu namorado Joe (Malcolm Keen) - também polícia nesta história macabra. É de louvar a curiosidade e o empenho de Hitchcock, ainda que as temáticas sejam abordadas de forma crua, com poucas nuances. O suspense é manufaturado o suficiente, mas está limitado pelo enredo que estabelece interações fracas entre as personagens. A assertividade do clímax também prejudica o clima de tensão crescente, que evapora nos últimos 15 minutos. A narrativa não tem nada de bom a dizer sobre o sensacionalismo dos media, que espalham o pânico pela cidade enquanto os homicídios são cometidos. Integra, contudo, as ideias primárias que o realizador iria trabalhar e aprimorar nos seus projetos futuros. The Lodger é muito competente e uma demonstração dos avanços tecnológicos nas produções fílmicas no final dos anos 20'. 6,8/10

    Já em 1927 podíamos sentir a obsessão do realizador britânico Alfred Hitchcock por psicopatas. Apenas com 27 anos, o seu terceiro filme marca o início de uma longa jornada de thrillers que lhe garantiram o mediático título de "mestre do suspense". Adaptado do romance da autora Marie Lowndes, The Lodger teve como inspiração os assassinatos de Jack, o Estripador. Esta foi a primeira de várias interpretações que culminaram no filme do canadiano David Ondaatje - The Lodger (2009). Um estranho (Ivor Novello) procura acomodar-se numa pensão entre o nevoeiro londrino e bate à porta de uma família que lhe concede um pequeno apartamento no andar superior. Daisy (June Tripp), a filha loira do casal, fica atraída pela beleza e mistério do cavalheiro. Os seus pais começam a suspeitar das intenções do inquilino, afinal de contas, está um assassino em série à solta pelas ruas de Londres com um interesse especial em loiras e quem sabe se não é o hóspede. Será a personagem título o louco que tanto se fala? Certamente que tem um comportamento suspeito, e o facto de pedir para removerem todos os quadros com mulheres de cabelo claro do seu quarto, só vem acrescentar à desconfiança. O elemento "quem-o-fez" acaba por ser a atração principal da narrativa, que é simples na sua essência. Em destaque está também a câmara do diretor de fotografia Baron Ventimiglia e os esporádicos efeitos especiais de Paul Dooganm, que ajudaram a aprimorar a linguagem cinematográfica quando ainda estava numa fase embrionária. O dinamismo e ritmo que Hitchcock imprime na história refletem a sua vontade de experimentar com o meio das imagens em movimento. O resultado é uma atmosfera inquietante, fruto de uma montagem que manipula os sentidos e guia a história em sentidos distorcidos. A influência do movimento expressionista alemão também está presente, não só no uso de algumas sombras deturpadas, como no uso frugal de intertítulos que apenas intervinham na narrativa quando os atores não podiam expressar o que estavam a pensar. Em contraste com as atuações comuns na era dos filmes mudos, o elenco consegue alguma subtileza nas atuações, apesar da tenra caracterização. Em certas cenas, Novello capta uma performance genuína, enquanto noutras parece limitado às indicações dadas por trás da câmara. Daisy, apesar de essencial, fica um pouco na sombra das atuações dos seus pais e do seu namorado Joe (Malcolm Keen) - também polícia nesta história macabra. É de louvar a curiosidade e o empenho de Hitchcock, ainda que as temáticas sejam abordadas de forma crua, com poucas nuances. O suspense é manufaturado o suficiente, mas está limitado pelo enredo que estabelece interações fracas entre as personagens. A assertividade do clímax também prejudica o clima de tensão crescente, que evapora nos últimos 15 minutos. A narrativa não tem nada de bom a dizer sobre o sensacionalismo dos media, que espalham o pânico pela cidade enquanto os homicídios são cometidos. Integra, contudo, as ideias primárias que o realizador iria trabalhar e aprimorar nos seus projetos futuros. The Lodger é muito competente e uma demonstração dos avanços tecnológicos nas produções fílmicas no final dos anos 20'. 6,8/10

  • Feb 16, 2018

    The serial killer The Avenger is killing young women and terrorizing London. Dashing young Ivor Novello rents a room in a rooming house, and his suspicious manner and secret trips at night lead his landlady to suspect him as the killer. He is also busy romancing a young woman who also lives in the house, who is also being courted by the police man in charge of capturing The Avenger. This is the first of Hitchcock's films that noticeably feels like his work. It features a misunderstood hero who's persecuted by the law and the public at large. The film also really demonstrates his love of silent German cinema with some striking images and sharp contrast between light and shadow.

    The serial killer The Avenger is killing young women and terrorizing London. Dashing young Ivor Novello rents a room in a rooming house, and his suspicious manner and secret trips at night lead his landlady to suspect him as the killer. He is also busy romancing a young woman who also lives in the house, who is also being courted by the police man in charge of capturing The Avenger. This is the first of Hitchcock's films that noticeably feels like his work. It features a misunderstood hero who's persecuted by the law and the public at large. The film also really demonstrates his love of silent German cinema with some striking images and sharp contrast between light and shadow.

  • Jul 02, 2017

    10 out of 10: With chilling music, amazing direction, and a fantastic performance from Igor Novello, The Lodger truly is Hitchcock's early masterpiece.

    10 out of 10: With chilling music, amazing direction, and a fantastic performance from Igor Novello, The Lodger truly is Hitchcock's early masterpiece.

  • Apr 01, 2017

    This is my favorite Alfred Hitchcock film, it truly is the most plausible Hitchcock picture. I wouldn't hesitate to view this if it was re-released in the cinema.

    This is my favorite Alfred Hitchcock film, it truly is the most plausible Hitchcock picture. I wouldn't hesitate to view this if it was re-released in the cinema.

  • Dec 19, 2016

    Näin vanhoja leffoja on aika vaikea arvioida objektiivisesti, varsinkin kun kyseessä on mykkäfilmi. Leffan musiikki sopi tähän kuin nyrkki silmään. Kyllä tästä näkee, että Hitchcock on jo alkutaipaleella ollut synnynnäinen elokuvaohjaaja. Ei tätä tai muitakaan vastaavia jaksa kyllä toista kertaa katsoa. Tosin kyllä tämän mielummin katsoo kuin huonoja uusia leffoja (found footage ym. vastaavia).

    Näin vanhoja leffoja on aika vaikea arvioida objektiivisesti, varsinkin kun kyseessä on mykkäfilmi. Leffan musiikki sopi tähän kuin nyrkki silmään. Kyllä tästä näkee, että Hitchcock on jo alkutaipaleella ollut synnynnäinen elokuvaohjaaja. Ei tätä tai muitakaan vastaavia jaksa kyllä toista kertaa katsoa. Tosin kyllä tämän mielummin katsoo kuin huonoja uusia leffoja (found footage ym. vastaavia).