Le Plaisir (House of Pleasure) - Movie Reviews - Rotten Tomatoes

Le Plaisir (House of Pleasure) Reviews

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½ May 10, 2016
didn't really liker this one the only Max Ophul pic I don't like year s/b 1952 not 1999
Super Reviewer
October 5, 2015
Apart from that natural drawback of most anthologies - being a rather uneven piece made of contrasting stories -, this film is a charming and refreshing experience that benefits mainly from its sumptuous visuals and splendid use of travelling shots and long takes.
September 25, 2015
This Movie is from 1952 not 1999...there was a tribute show in 1999
½ August 16, 2015
Most of the film is taken up by the second of its three stories, a far more complicated and detailed story than the other two, and on its own, it's a masterpiece, one of the best things Ophüls has ever done.
ElCochran90
Super Reviewer
June 11, 2013
One more time, the camera becomes an intangible character, neutral as Maupassant's enchanting vision of the irrationality of pleasure our multiple emotional deviations, but powerful as well; it is a sublime conqueror of spaces that dances around the cinematic rhythm of the protagonists that share the same impulse: plaisir. Wonderful nocturne and multicolored landscapes illuminate the delicacy of the three tales; at some point, it seemed like Öphuls was screaming for a chance to make a film in color. Thank God, he achieved that with his last feature.

99/100
November 16, 2011
I've seen it and it is so fun! Definitely a film to see alone or with others that appreciate art and sensuality in their films.
May 31, 2011
I don't feel it's as great as his other masterpieces (Letter From an Unknown Woman; The Earrings of Madame De...; La Ronde; Lola Montes) but this film is still as distinguishable as those masterworks as Max Ophuls' visual style (camerawork, art direction, costumes) are almost as bold and extravagant as his other works. It's one of the few anthology films that works almost perfectly. It's also nice to see Jean Gabin in a film long after his prime but still carrying the same kind of charisma he was known for. But I just have to mention Ophuls' visual style again because there are a few parts that are brilliant. First there is the fact that he doesn't ever show the brothel from the inside using dolly shots to go back forth throughout the house to show what is happening inside; and then there is the final sequence where a character attempts to commit suicide by falling out of the window, all done in the point of view of the character. He was such a cinematic poet. I will definitely be re-watching this sometime as I think there is more to find in it. 8/10
½ May 23, 2011
Stanley Kubrick once called this his favorite movie. It is essentially three short stories that at first seemed unrelated but the more I think about it, the more they make sense as one work. The visual styling is beautiful, and deserving of the Oscar nomination for best art direction. Ophuls makes great use of elaborate camera setups and sweeping movements. This is one that I definitely think will be even better the second showing.
May 21, 2011
interesting trilogy of stories
March 18, 2011
Filmes como este me lembram por que gosto de Cinema. Nada pode ser comparado ao sentimento, a sensação de êxtase de ver um grande plano, de sentir a força da equipe carregando a câmera em cima do dolly, a elegância de um enquadramento. E estamos falando de um filme de Max Ophüls (A Ronda, Carta de uma Mulher Desconhecida), mais elegância impossível. Sinceramente, não consigo imaginar um diretor diferente para O Prazer, pois este filme esbanja elegância e requinte desde seus créditos iniciais.

Mas o interessante, a ideia do filme é bastante simples. Ophüls e seus roteirista Jacques Natanson reúnem três contos do escritor francês Guy de Maupassant. Ophüls os filma de forma independente, criando três segmentos distintos, podendo serem assistidos de forma solta, sem comprometer o entendimento do que está sendo mostrado. No primeiro segmento, Ophüls conta a história de um homem de idade avançada (Jean Galland), que frequenta um local chamado "O Palácio da Dança" utilizando uma máscara. A justificativa - agora que está velho e perdeu seu charme e juventude, deve utilizar este disfarce para galantear mulheres mais novas.
O segundo segmento, e mais longo, conta a história de um bordel que deve fechar por um dia - ou melhor, uma noite. Esta história tem duas linhas narrativas: na primeira nós conhecemos os efeitos desastrosos que o fechamento temporário do bordel causa na pequena vila onde fica localizada, na costa Norte da França. Na segunda - e melhor - linha narrativa do segmento, conhecemos como foi o passeio das mujeres.

O último segmento, é o de história mais simples, entretanto, com a maior carga dramática. Um pintor, Jean (Daniel Gelin), apaixona-se instantaneamente por uma modelo, Joséphine (Simone Simon). Eles vivem uma vida de sonhos, trocam juras de amor eterno e todos esses clichês. Mas logo o amor acaba e eles vivem juntos apenas para manter as aparências. A convivência torna-se insustentável, e Jean foge da vida conjugal. Mas Joséphine descobre que ainda o ama, e tudo pode terminar em consequências trágicas.

E estas três histórias são contadas com o mesmo primor técnico e narrativo por Ophüls. Quem conhece, sabe: Ophüls era um artesão, um iconoclasta. Até por que, imagem é maior que som, no Cinema. Veja você, por exemplo, como os dez primeiros minutos do primeiro segmento, que ocorre dentro do Palácio da Dança, são a melhor parte da primeira historieta. Por que? Por que é ali, naquele ambiente furioso e agitado, onde o diretor alemão, mais seu fiel fotógrafo Christian Mantras, pode exibir toda sua grife. A câmera correndo no dolly de forma agitada. Repare no giro de 360o que ela faz.

Agora, obviamente que o filme não sobrevive apenas desta imagem. Curiosamente, apesar de toda elegância que eu apontei, dentro do estilo de seu realizador, O Prazer é um filme sobre gente como a gente (perdoem o trocadilho infame que fiz com o filme de Robert Redford), existe pouca suntuosidade, fora o trabalho de câmera realizado por Mantras e Philippe Agostini (o primeiro é o fotógrafo dos dois primeiros segmentos, Agostini fotografou o último). Aliás, antes de fechar este tópico: é de Agostini que vem a sequência mais impressionante do filme, a tentativa de suicídio de uma das personagens do filme, quando este se atira de uma janela. A cena começa normal, observando o diálogo. Então ele sobe as escadas. No momento em que a personagem sobe as escadas, no mesmo take, a câmera assume o ponto de vista dele. Vemos apenas a mão do suicida abrindo a janela. Ainda no ponto de vista da personagem, vemos sua queda, partindo a claraboia de uma espécie de estufa. Este plano seria repetido alguns anos mais tarde, só que desta vez por Christian Mantras em Lola Montés (Lola Montés, 1955), primeiro e único filme a cores de Ophüls, com a linda Martine Carol no papel principal. E certamente este plano subjetivo suicida influenciou Kubrick na cena em que Alex se joga da casa do Sr. Alexander em Laranja Mecânica (A Clockwork Orange, 1972), afinal, Kubrick era fã confesso de Ophüls.
Eu estaria mentindo se dissesse que, assim como Lola Montés, Le plaisir é só imagem. Não. Ophüls utiliza sua grife visual para investigar a vida da gente miserável e destroçada que ele decide filmar. Antes disso, o filme tem um roteiro poderoso, e simpático às pessoas que o filme mostra. Tente não se emocionar com o fluxo de consciência de uma das meretrizes do segundo segmento. Um momento, que justifica e esclarece os acontecimentos que se seguem. É extremamente minimalista, um monólogo com a câmera nos trilhos, se aproximando da personagem. E não há nada mais saboroso do que o minimalismo. Alie este roteiro sensacional com uma montagem ágil de Léonide Azar e a um design de produção excelente de Jean d'Eaubonne. Veja como, mesmo com Ophüls evitando que nós, o público, entremos no bordel do segundo segmento (para ele, nós somos bisbilhoteiros entrando na vida secreta dos homens que andam naquele lugar), podemos ver tudo que acontece naquele local. O ambiente é perfeitamente desenhado por d'Eaubonne e belíssimamente decorado pelo diretor de arte Robert Christides.

Mas, devo confessar. Max Ophüls é mestre. Ele ressucitou, na voz de Jean Servais, Guy de Maupassant. E qualquer um que tenha esse poder merece meu respeito. Ainda mais tendo a maestria de Ophüls.
December 8, 2010
Here we have another picture by director Max Ophuls, which drips with style while possessing a dark undercurrent. This time around Ophuls uses an unseen narrator for most of the movie to string together three short stories by Guy de Maupassant about love and relationships. The bookend stories are masterful portrayals of relational emptiness. It's the middle story that slows down a bit, but it's a biting commentary about what keeps a society alive and moving forward.
August 28, 2010
The camera work is so ridiculously virtuoso I want to love it with every inch of my body (zing). Unfortunately, I can't. The length of the episodes are totally disproportionate. The first and last are short but awesome to watch. The longer middle one contains far fewer interesting shots and lags. It disrupts the pacing enough to make me think this could have been more than it is. Still, those are some totally amazing shots.
½ July 29, 2010
Insbesondere die zweite Episode von Ophüls' lebenspraller Maupassant-Adaption ist ganz wunderbar und vereint die Apologie der sozialen Institution Prostitution mit Witz, Lebensfreude und einer messerscharfen soziopolitischen Analyse. Der Abschluss ist dann ein wenig antiklimaktisch arrangiert, erlaubt LE PLAISIR aber den Ausklang auf einer bittersü�en Note. "There is not much fun in happiness."
July 28, 2010
Not the greatest Ophuls film. The camera work is stunning of course and the three stories are intellectually interesting. However, I wasn't especially engaged by the middle story which also happens to be the longest. The first one is best and is totally stunning visually.
½ May 12, 2010
An interesting philosophical approach about limits of pleasure. A rare classic for one of the idols of the New Wave generation.
March 9, 2010
Ophuls tackles three Maupassant stories with his usual gliding camera, fantabulous costumes and sets, and wry wit. All very Gay Nineties, focused on the pros and cons of seeking pleasure.
½ March 5, 2010
ophuls visualization of maupassant isnt as perfect as hed hoped. its still a great film with that incredible camerawork. "there is no joy in happiness."
March 5, 2010
mais il nya pas de mort
December 26, 2009
An intriguing film retelling three stories by Guy de Maupassant, on the theme of pleasure, although it seemed that there was more pain than pleasure in the stories told. The sound of the film is beguiling, and I can't really describe quite what it was that intrigued me so much. A nice surprise was to see Jean Gabin in the second story.
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