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Dona Flor and Her Two Husbands Photos

Movie Info

Dona Flor (Sonia Braga) marries Vadinho (José Wilker), who is very handsome and passionate, but doesn't work or offer much else. She is able to make money for the family by cooking for her neighbors, but she gambles away most of the money. One day, Vadinho suddenly dies. Dona misses marriage, so she marries Dr. Teodoro Madureira (Mauro Mendonça). He is the opposite of Vadinho -- he has a great career, but he lacks passion. While Dona Flor is married to Teodoro, her late husband's ghost appears.

Cast & Crew

Sonia Braga
Dona Flor "Florípides" Guimarães
José Wilker
Valdomiro "Vadinho" Santos Guimarães
Mauro Mendonça
Dr. Teodoro Madureira
Nelson Xavier
Mirandão, Vadinho's Buddy
Rui Resende
Cazuza the Drunk
Arthur Costa Filho
Carlinhos the Guitarist
Nelson Dantas
Clodoaldo the Poet
Haydil Linhares
Norminha, Flor's Friend
Nilda Spencer
Dinorah, Flor's Friend
Silvia Cadaval
Jacy
Ivanilda Ribeiro
Sofia, a Servant
Francisco Santos
Venâncio, the Priest
Francisco Dantas
Dr. Argemiro
João Gama
Moreira, Dona Norma's Husband
Hélio Ary
Venceslau Diniz
Jorge Amado
Writer
Nelson Porto
Associate Producer
Paulo Cezar Sesso
Associate Producer
Lucy Barreto
Supervising Producer
Murilo Salles
Cinematographer
Anisio Medeiros
Production Design
Anisio Medeiros
Costume Designer
Jorge Durán
Assistant Director
Show all Cast & Crew

Critic Reviews for Dona Flor and Her Two Husbands

All Critics (5) | Top Critics (1) | Fresh (4) | Rotten (1)

Audience Reviews for Dona Flor and Her Two Husbands

  • Jan 14, 2017
    Even with a farcical charm of its own, this is a terribly unfunny comedy that suffers from a complete lack of wit and pacing, taking too long to establish its premise by spending a lot of time on an unnecessary flashback in its first hour that doesn't have much to offer.
    Carlos M Super Reviewer
  • Aug 09, 2011
    Baseado na obra literária de Jorge Amado, Dona Flor e Seus Dois Maridos de Bruno Barreto é certamente a obra mais popular do cinema brasileiro até a retomada dos anos 90. Lançado em 1976, o filme atraiu aos cinemas nacionais mais de 12 milhões de espectadores (ainda o filme nacional mais assistido), tendo ainda uma vida posterior de sucesso nos cinemas internacionais (o filme fez de Sônia Braga uma estrela nos Estados Unidos). Talvez uma das principais chaves desse sucesso seja que Barreto soube ir ao encontro de um público ainda oprimido pela ditadura militar, necessitado de ver cores e sensualidade na tela, mesmo que a atual realidade fosse totalmente adversa. Ao contrário de filmes de cineastas como Glauber Rocha e Ruy Guerra, Dona Flor não exige maiores esforços intelectuais para ser apreciado. Era basicamente o filme que o público queria ver: uma obra descompromissada cuja maior função é o entretenimento, e ainda acompanhada de sensuais cenas de uma Sônia Braga em sua melhor forma. O filme tem início no carnaval de 1943, onde Vadinho (José Wilker), um incorrigível mulherengo e apostador, morre repentinamente, deixando para trás Flor (Sônia Braga), sua desconsolada mulher. Apesar das escapadas diárias de Vadinho e das freqüentes discussões, Flor era uma esposa dedicada e apaixonada, sendo que o casal tinha uma vida feliz na cama. Sozinha, ela acaba se envolvendo e logo depois se casando com Teodoro Madureira (Mauro Mendonça), o farmacêutico da cidade. Flor encontra no novo companheiro o marido fiel que nunca encontrou em Vadinho, e passa a ter uma vida estável e aparentemente feliz, mas da qual ela logo se cansa. Flor sente mesmo falta é do prazer carnal e do relacionamento imprevisto que tinha com o antigo marido e, de tanto chamá-lo em pensamento, Vadinho um dia aparece nu em sua cama, sendo que apenas Flor pode vê-lo. A moça se sente então dividida entre os dois homens, não querendo trair aquele que lhe dá tanto amor e não querendo resistir ao que lhe dá prazer. Como o enredo do filme já pode deixar claro, Dona Flor e Seus Dois Maridos é o que podemos chamar de um exemplo do cinema escapismo, não devendo ser necessariamente avaliado pela sua profundidade ou pela significância de sua história. É um filme produzido simplesmente com o intuito de divertir seu público, e este é um papel que a obra exerce bem. Dona Flor é protagonizado pela figura do adorável vagabundo, um sujeito que, apesar de seu caráter duvidoso e do como destrata a heroína, consegue ganhar a simpatia do espectador com seu infame "jeitinho brasileiro" de levar a vida. Flor, a personagem mais complexa da história, representa a boa moça que é recatada por fora, mas que arde em chamas por dentro. Ela quer a estabilidade de uma vida conjugal, mas também não consegue abrir mão dos prazeres da vida carnal. Flor precisa dos dois maridos para a completarem e, assim, satisfaz os dois pólos opostos de sua personalidade. As ótimas atuações contribuem imensamente com a caracterização dos personagens, com o trio de protagonistas sendo o maior destaque (e ao contrário de alguns dos filmes que faria depois, aqui Sônia Braga pode mostrar que seu trabalho não se resumia apenas a mostrar seu belo corpo). O diretor Bruno Barreto mostra seu talento para contar histórias ao optar por escolhas narrativas que fogem do que poderia se tornar banal nas mãos de outro diretor. A morte de Vadinho, por exemplo, é mostrada logo no início do filme, e sua relação com Flor é vista através de um flashback. Criando uma expectativa crescente em relação ao personagem, antes da apresentação de Vadinho escutamos as divergentes opiniões em relação a ele das pessoas que o cercavam (em um início que lembra o prólogo de Lawrence da Arábia de David Lean). O filme apresenta uma de suas maiores falhas no terceiro ato quando, após algumas cenas com o ritmo mais lento, parece querer apressar a história para chegar logo a sua conclusão, o que acaba prejudicando o maior fio narrativo da obra (a relação de Flor e o fantasma). Vale notar que, apesar da fama adquirida por Dona Flor e Seus Dois Maridos por suas provocantes cenas de sexo, Barreto consegue equilibrar bem a linha entre a comédia e a pornochanchada, sabiamente escolhendo dar maior destaque ao humor do que ao sexo, contrariando a política do cinema brasileiro da época. Uma polêmica que cercou o filme entre os cineastas da época foi seu elevado orçamento 5,5 milhões de cruzeiros, cerca de dez vezes mais que o orçamento padrão para um filme brasileiro da época. Enquanto muitos produtores não conseguiam a verba necessária para a produção de seus filmes, Bruno Barreto conseguiu do Estado o financiamento para fazer um filme milionário, algo que não foi bem aceito entre outros diretores brasileiros. O público, no entanto, certamente parece não ter se importado.
    Matheus C Super Reviewer
  • May 15, 2011
    Ã"timo filme, um grande roteiro e uma boa direção
    Lucas M Super Reviewer

Dona Flor e Seus Dois Maridos (Dona Flor and Her Two Husbands) Quotes

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