Band Aid Reviews

  • May 03, 2019

    Band Aid is a quirky love story that keeps you engaged by its strong performances and entertaining look into what could be 'real" couple struggles. Humorous and darling humanizing I was shocked to learn that Zoe Lister-Jones was the mastermind behind the entire project. Polarizing. Band Aid is a must see anyone who enjoys eccentric tales of love.

    Band Aid is a quirky love story that keeps you engaged by its strong performances and entertaining look into what could be 'real" couple struggles. Humorous and darling humanizing I was shocked to learn that Zoe Lister-Jones was the mastermind behind the entire project. Polarizing. Band Aid is a must see anyone who enjoys eccentric tales of love.

  • Apr 26, 2019

    Great acting, very good range of comedy and navigating life . Story is unique and creative. Very talented cast.

    Great acting, very good range of comedy and navigating life . Story is unique and creative. Very talented cast.

  • Nov 18, 2018

    A marriage, a miscarriage, and so much more. Anger, angst, conflict, all turned into the source for musical creation. A band becomes a vehicle of healing for a couple struggling with failed dreams and lost hope. But, in the midst of finding themselves, they find understanding and they find again each other.

    A marriage, a miscarriage, and so much more. Anger, angst, conflict, all turned into the source for musical creation. A band becomes a vehicle of healing for a couple struggling with failed dreams and lost hope. But, in the midst of finding themselves, they find understanding and they find again each other.

  • Apr 06, 2018

    Each time the offbeat music or the witty dialog begins to lift this comedy up, the characters get into on of many arguments that are more annoying than dramatic.

    Each time the offbeat music or the witty dialog begins to lift this comedy up, the characters get into on of many arguments that are more annoying than dramatic.

  • Mar 23, 2018

    Uniquely crafted small film.

    Uniquely crafted small film.

  • Mar 19, 2018

    Another NY Jewish neurotic movie. Woody Allen did enough with that theme.

    Another NY Jewish neurotic movie. Woody Allen did enough with that theme.

  • Feb 11, 2018

    This refreshing movie pulls the curtain on the new generation of young Americans. None of the fakesness of shows like "Friends" where people who are actually mean-spirited and cruel to each other, cover it with layers of fake sympathy and generosity. No, here we see the bare truth, a couple of assholes that treat other people disrespectfully but are so self-centered they think they're behavior is totally normative. Welcome to America 2018.

    This refreshing movie pulls the curtain on the new generation of young Americans. None of the fakesness of shows like "Friends" where people who are actually mean-spirited and cruel to each other, cover it with layers of fake sympathy and generosity. No, here we see the bare truth, a couple of assholes that treat other people disrespectfully but are so self-centered they think they're behavior is totally normative. Welcome to America 2018.

  • Jan 28, 2018

    As discussões no matrimónio são inevitáveis, mas a forma como acontecem é completamente opcional. Esta é uma das ideias presentes em Band Aid, a comédia dramática da estreante realizadora Zoe Lister-Jone, que desde 2004 tem vindo a trabalhar regularmente enquanto atriz. Neste projeto, a atriz além de realizar, demonstra também os seus múltiplos talentos ao escrever o argumento, produzir e dar a cara enquanto protagonista do seu filme. Um monte de pratos sujos no lava-louça é o motivo para o primeiro conflito entre o casal. Dado o tamanho do mesmo, a louça tem vindo a acumular ao longo da noite, assim como as tensões entre o casal, e o facto de o marido estar sempre a usar o copo do topo da pilha e voltar a coloca-lo no mesmo sítio, repetidamente, não está a ajudar. A solução é aparentemente fácil, mas a louça suja tornou-se um símbolo para o casal. Não só funciona como metáfora para o caos que a relação vive desde um infortúnio evento, como para cada membro do casal, é representativa dos defeitos um do outro, mesmo que seja de uma forma subconsciente. Para Ben (Adam Pally), é uma forma passiva-agressiva de marcar a posição de que a confusão da cozinha é da responsabilidade da sua mulher. Para Anna (Zoe Lister-Jones), é a confirmação de que o seu marido é preguiçoso e improdutivo, o que faz dele praticamente um inútil. "E se tornarmos as nossas discussões em músicas?", questiona Anna, numa tentativa de exorcizar os demónios da relação. Assim começa a jornada terapêutica do casal, que nos seus altos e baixos demonstram sempre imensa autenticidade quer nos momentos mais cómicos como nos mais dramáticos. O filme beneficia da perspetiva feminina que Lister-Jone aplica, evitando clichés do género que estão muito badalados. Existe um clima de filme independente relaxado, um equilíbrio entre Ben e Anna no que diz respeito ao seu tempo no ecrã, o que nos permite relacionar com o casal de uma forma intima, realista em vez de ver superestrelas de Hollywood a interpretar papéis com personalidades vincadas. São várias as celebridades que fazem breves participações no filme, entre as quais Erinn Hayes, Ravi Patel e Hannah Simone, mas é o terceiro membro da banda, Dave (Fred Armisen) que realmente funciona enquanto personagem secundária. Dave parece uma personagem vinda de um outro filme qualquer, é bizarro, e os seus talentos naturais para tocar bateria são notáveis, mas interpreta essencialmente uma caricatura - especialmente quando falamos no seu surpreendente vício sexual. Assim que a música começa a entrar em cena, o filme mantém um bom ritmo e as canções, bonitas e animadas, fazem com que não pareça uma loucura para este casal começar a tocar ao vivo. Enquanto a história progride, o casamento nunca parece verdadeiramente em perigo, tendo em conta a sua química e interações, e isso, enquanto pode desvalorizar um pouco a experiência, não retirou apreciação ou interesse nesta motion picture. Band Aid vem reafirmar que as comédias românticas, embora não estejam a resultar plenamente ao nível dos estúdios, continuam a funcionar nos meios independentes do cinema, onde pode haver mais inovação e personagens mais relacionáveis. É, sem dúvida, um filme muito bom para um encontro romântico. 7/10

    As discussões no matrimónio são inevitáveis, mas a forma como acontecem é completamente opcional. Esta é uma das ideias presentes em Band Aid, a comédia dramática da estreante realizadora Zoe Lister-Jone, que desde 2004 tem vindo a trabalhar regularmente enquanto atriz. Neste projeto, a atriz além de realizar, demonstra também os seus múltiplos talentos ao escrever o argumento, produzir e dar a cara enquanto protagonista do seu filme. Um monte de pratos sujos no lava-louça é o motivo para o primeiro conflito entre o casal. Dado o tamanho do mesmo, a louça tem vindo a acumular ao longo da noite, assim como as tensões entre o casal, e o facto de o marido estar sempre a usar o copo do topo da pilha e voltar a coloca-lo no mesmo sítio, repetidamente, não está a ajudar. A solução é aparentemente fácil, mas a louça suja tornou-se um símbolo para o casal. Não só funciona como metáfora para o caos que a relação vive desde um infortúnio evento, como para cada membro do casal, é representativa dos defeitos um do outro, mesmo que seja de uma forma subconsciente. Para Ben (Adam Pally), é uma forma passiva-agressiva de marcar a posição de que a confusão da cozinha é da responsabilidade da sua mulher. Para Anna (Zoe Lister-Jones), é a confirmação de que o seu marido é preguiçoso e improdutivo, o que faz dele praticamente um inútil. "E se tornarmos as nossas discussões em músicas?", questiona Anna, numa tentativa de exorcizar os demónios da relação. Assim começa a jornada terapêutica do casal, que nos seus altos e baixos demonstram sempre imensa autenticidade quer nos momentos mais cómicos como nos mais dramáticos. O filme beneficia da perspetiva feminina que Lister-Jone aplica, evitando clichés do género que estão muito badalados. Existe um clima de filme independente relaxado, um equilíbrio entre Ben e Anna no que diz respeito ao seu tempo no ecrã, o que nos permite relacionar com o casal de uma forma intima, realista em vez de ver superestrelas de Hollywood a interpretar papéis com personalidades vincadas. São várias as celebridades que fazem breves participações no filme, entre as quais Erinn Hayes, Ravi Patel e Hannah Simone, mas é o terceiro membro da banda, Dave (Fred Armisen) que realmente funciona enquanto personagem secundária. Dave parece uma personagem vinda de um outro filme qualquer, é bizarro, e os seus talentos naturais para tocar bateria são notáveis, mas interpreta essencialmente uma caricatura - especialmente quando falamos no seu surpreendente vício sexual. Assim que a música começa a entrar em cena, o filme mantém um bom ritmo e as canções, bonitas e animadas, fazem com que não pareça uma loucura para este casal começar a tocar ao vivo. Enquanto a história progride, o casamento nunca parece verdadeiramente em perigo, tendo em conta a sua química e interações, e isso, enquanto pode desvalorizar um pouco a experiência, não retirou apreciação ou interesse nesta motion picture. Band Aid vem reafirmar que as comédias românticas, embora não estejam a resultar plenamente ao nível dos estúdios, continuam a funcionar nos meios independentes do cinema, onde pode haver mais inovação e personagens mais relacionáveis. É, sem dúvida, um filme muito bom para um encontro romântico. 7/10

  • Oct 08, 2017

    This is a post-feminist tale that turns gender equality inside out, insisting that males and females are so different as to be nearly different "species." I am not sure this is a helpful or accurate view of the "battle of the sexes," but getting there is certainly fun, with many funny, funny moments, lots of laughs along the way. The movie starts out comedy but turns serious with the issues of hormonal differences that the couple have to work out. Zoe Lister-Jones (also writer/director) and Adam Pally, the couple, are very funny, with great chemistry. My one question: she is an Uber driver and he is chronically unemployed. How do they afford that $400,000 home in LA?

    This is a post-feminist tale that turns gender equality inside out, insisting that males and females are so different as to be nearly different "species." I am not sure this is a helpful or accurate view of the "battle of the sexes," but getting there is certainly fun, with many funny, funny moments, lots of laughs along the way. The movie starts out comedy but turns serious with the issues of hormonal differences that the couple have to work out. Zoe Lister-Jones (also writer/director) and Adam Pally, the couple, are very funny, with great chemistry. My one question: she is an Uber driver and he is chronically unemployed. How do they afford that $400,000 home in LA?

  • Sep 24, 2017

    Band-aids, because one isn't enough.

    Band-aids, because one isn't enough.